A Coragem De Nao Agradar !full! -
O título original do livro em japonês traduz-se literalmente como "A Coragem de Ser Odiado" . Isso não significa que você deva sair por aí sendo rude ou antipático. Significa que você deve estar disposto a aceitar o custo da sua autenticidade.
Constantemente, agimos baseados no que Adler chama de "reconhecimento alheio". Escolhemos carreiras que nossos pais aprovam, mantemos relacionamentos que já não fazem sentido para não magoar o parceiro, escondemos nossas opiniões para evitar conflitos no trabalho e cultivamos uma imagem nas redes sociais que não condiz com a nossa realidade.
"Agradeço pelo convite, mas não poderei participar. Fique à vontade para me incluir nas próximas oportunidades."
A diferença está na intenção e no tom. É possível recusar um convite, discordar de uma opinião ou estabelecer um limite sem ferir o outro. A reação negativa do outro, nesse caso, é um problema dele, não seu. A Coragem De Nao Agradar
Comece a fazer coisas porque elas são certas ou úteis, e não para receber um "parabéns".
A Coragem de Não Agradar: A Chave para a Verdadeira Liberdade
Lembre-se: você não é uma moeda para ser aceito por todos os bolsos. Você é uma obra única. E obras de arte raramente agradam a todos os críticos. A coragem de não agradar é, no fim das contas, a coragem de ser. O título original do livro em japonês traduz-se
Muitas pessoas buscam agradar para se sentirem superiores ou para evitar a sensação de inferioridade. Para Adler, o sentimento de inferioridade não é ruim — ele é o combustível para o crescimento. O problema é o complexo de inferioridade, onde usamos nossas falhas como desculpa para não agir.
How they feel about your choices or whether they "like" you is their task, not yours.
Se respondeu "sim" a três ou mais itens, você está vivendo em função da audiência, não em função de si mesmo. O cansaço que sente não é físico — é espiritual. É o desgaste de sustentar uma persona que não é sua. Constantemente, agimos baseados no que Adler chama de
Estudos em neurociência mostram que a rejeição social ativa as mesmas regiões cerebrais associadas à dor física. O cérebro não diferencia um tapa no rosto de um "você me decepcionou". Portanto, dizer "não" ou discordar abertamente exige que seu sistema límbico enfrente uma ameaça real de dor. É por isso que a coragem de não agradar é tão rara: ela vai contra nossos instintos primitivos de pertencimento.
Vivemos em uma sociedade que, desde cedo, treina o ser humano para a aprovação. Aprendemos na infância que "ser bom" é sinônimo de obedecer, de não fazer barulho, de sorrir quando não queremos e de dar o braço a torcer para manter a harmonia alheia. Crescemos acreditando que a validação externa é o combustível necessário para existir. No entanto, essa busca incessante por aceitação tem um preço altíssimo: o abandono de nós mesmos.