Pretty Little Liars Um Novo Pecado [best]
Quando Pretty Little Liars terminou em 2017, parecia impossível capturar a mesma magia (e loucura) de Rosewood. Os spin-offs Ravenswood e The Perfectionists fracassaram rapidamente. Por isso, a expectativa para O Novo Pecado (HBO Max) era baixa. Para minha surpresa, o que temos aqui não é apenas uma reciclagem, mas uma .
Para os fãs da franquia, a figura de "A" é sagrada. Em Pretty Little Liars clássico, "A" era um stalker que usava mensagens de texto, chantagem e jogos psicológicos para torturar as garotas. Em , a identidade do vilão muda drasticamente.
O "novo pecado" do título refere-se aos atos cometidos por um grupo de mães (Sydney, Corey, Davy, Elodie e Sheriff Beasley) vinte anos antes do início da trama. A ideia de que "os pecados dos pais recaem sobre os filhos" é a espinha dorsal da narrativa. Isso adiciona uma camada de peso emocional: as garotas estão sendo punidas por coisas que nem sabiam que aconteceram. pretty little liars um novo pecado
The series is set in , a blue-collar town miles away from the original setting of Rosewood.
O título brasileiro é cirúrgico. Não é uma "nova geração" genérica, nem uma "continuação" forçada. É . A palavra "pecado" carrega um peso moral, religioso e, acima de tudo, gótico que a série original, apesar de seus assassinatos, nunca explorou totalmente. Quando Pretty Little Liars terminou em 2017, parecia
E esse novo pecado, convenhamos, é deliciosamente sombrio.
Pretty Little Liars sempre foi criticada por sua falta de diversidade. Um Novo Pecado corrige isso não por cota, mas por necessidade narrativa. Para minha surpresa, o que temos aqui não
Pânico , A Maldição da Residência Hill e das primeiras temporadas de Riverdale (antes de ficar louco demais).
In the present day, five teenage girls are targeted by a masked assailant known as
: A resourceful, pregnant teen and the group's de facto leader.
O Rotten Tomatoes dá à série 94% de aprovação da crítica — um número astronômico para o universo PLL. A crítica especializada elogiou a coragem de mudar o tom, a fotografia escura (que usa paletas de azul e laranja para criar desconforto) e as atuações, especialmente de Bailee Madison e Chandler Kinney.